E é mesmo assim Uma imensidão de vácuos sonoros que em momentos preenchem Uma infinidade descoberta de razoes que nada ou pouco falam E vem Vens Em passos decrescentes Que aceleram o momento de chegada e o momento da partida E começa Começamos A dança O palco A existência em paragem E dançamos Lentamente rolamos a visão utópica de mais uns momentos a sós E acreditamos Que outrora visionamos um plano astucioso Deitados calmamente Um sorriso Um alimentar só Daquele que nada se sabe, que em nada se acredita Quem és Quem somos, se é que nos cabe bem o somos Somos ar que transpira Somos som vazio Somos só E que bem sabemos ser só Isoladamente embebidos na nossa imagem De mais um era de narciso E que bem somos narcisos Que bem nos acreditamos Mas vai Corre desafinadamente Foge embaraçosamente Vá Que a dança prossegue A ausência de som espera A fraca luz ilumina A tua imagem ama E somos sós Numa dança rapsódica Numa sinfonia perdida Um palco O palco Numa existência A existência de outrora como reflexo de amanha Fecha os olhos Enleve, levemente sorri És ser só
5 Comments:
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em homenagem ao dia da poesia!
Deixo já aqui o meu que escrevi
ha uns anos neste mesmo dia:
Mas estou só.. A inventar...
onde estás? a estrofe saiu daqui
talvez por odio ou por me amar
oh minha estrofe, q é feito de ti?
Tinha 5 versos, era elegante
e falava de montes, frio e ainda,
tinha "o canto norte nascente"
era sobre a nossa terra linda
ó serra
n eras tu que n gostavas de blog?
o poema pode ser qq um ou tem de ser dedicado a este dia?
abraços
diana
Ó diana! Só mesmo tu tão trenga!
poema estranho e forma avançada
Podes escrever de tudo... de nada
pois isto é nenhuma arenga
E é mesmo assim
Uma imensidão de vácuos sonoros que em momentos preenchem
Uma infinidade descoberta de razoes que nada ou pouco falam
E vem
Vens
Em passos decrescentes
Que aceleram o momento de chegada e o momento da partida
E começa
Começamos
A dança
O palco
A existência em paragem
E dançamos
Lentamente rolamos a visão utópica de mais uns momentos a sós
E acreditamos
Que outrora visionamos um plano astucioso
Deitados calmamente
Um sorriso
Um alimentar só
Daquele que nada se sabe, que em nada se acredita
Quem és
Quem somos, se é que nos cabe bem o somos
Somos ar que transpira
Somos som vazio
Somos só
E que bem sabemos ser só
Isoladamente embebidos na nossa imagem
De mais um era de narciso
E que bem somos narcisos
Que bem nos acreditamos
Mas vai
Corre desafinadamente
Foge embaraçosamente
Vá
Que a dança prossegue
A ausência de som espera
A fraca luz ilumina
A tua imagem ama
E somos sós
Numa dança rapsódica
Numa sinfonia perdida
Um palco
O palco
Numa existência
A existência de outrora como reflexo de amanha
Fecha os olhos
Enleve, levemente sorri
És ser só
Sei q já passou o Dia, mas ainda assim...
And I wanna be like water if I can
cause water doesn't give a damn
David Berman, poeta alcoólico americano
Abraços:)
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